Tarmann

Designer, rpgista, cinéfilo e sempre preparado para uma invasão de zumbis.

Kit de Sobrevivência a Zumbis #1

Esse será o primeiro de uma série de kits de sobrevivência à zumbis encontrados pela internet.

O kit abaixo, um dos meus favoritos, consiste em uma caixa contendo os seguintes ítens devidamente comentados:

  • Escopeta: Ótima opção, já que seu efeito é devastador caso os zumbis cheguem perto.
  • 10 cartuchos: São poucas, mas quebra um galho.
  • Faca: Lembrem-se! Lâminas não precisam ser recarregadas! Seria melhor se fosse um facão.
  • Escudo: Sim, a tampa serve como um escudo! Genial!
  • Folheto com instruções para sobrevivência em caso de ataque.

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Apesar da frustração, já expressada aqui, com os moldes que a série Terminator: The Sarah Connor Chronicles tomou, resolvi assistir ao segundo episódio, e o terceiro, o quarto e o quinto, etc…

Cuidado! Spoilers abaixo!

Os atores continuam incompatíveis com os personagens, os ciborges, e não são apenas 2, continuam fracos, mas o roteiro, e principalmente a curiosidade para saber o que acontece entre T2 e T3, aos poucos vai me conquistando.

Agora é fácil viajar no tempo!
Se no começo da cine série a viajem no tempo era algo complicado, onde para os homens era algo extremamente doloroso e para as máquinas era um processo que permitia enviar apenas o ciborge e nada de armas/equipamentos/etc (algo bem discutível, já que o ciborge em si é muito mais complexo que uma arma, enfim, isso é um problema dos filmes). Agora temos vários ciborges viajando, inclusive um grupo inteiro de soldados, o que quebra um pouco da magia da saga dos Exterminadores.

Maquinas com sentimentos?!
Cameron, o ciborge feminino, enviada para proteger John Connor aparentemente possui um conflito interno de “emoções”. Para tudo! Ela quer entender os sentimentos daqueles que a rodeiam, ela quer aprender ballet, e, assim como o Homem de Lata do O Mago de Oz, parece estar em busca de um coração. Péssimo..

Sobre Jumper e Rambo 4

Jumper: Roteiro fraco e péssimas atuações em cima de um tema muito legal. No filme um jovem descobre que consegue se teletransportar, ou saltar, como eles chamam, para qualquer lugar do mundo instantâneamente. Tudo seria perfeito se não fossem os Paladinos, uma organização que caça esses saltadores. Nem as cenas de ação salvam o filme, que seriam bem melhores se aprendessem com X-Men 2, onde o Noturno invate a Casa Branca em grande estilo. Nota 2.

Rambo 4: Basta dizer que a única coisa que salva o filme são as poucas cenas de ação, o resto do filme é arrastado e os diálogos são sofríveis. Mas peraí, Rambo é isso mesmo não é? Então relaxe e aproveita a contagem de corpos, se puder assistir em um home theater melhor ainda.

Os zumbis também blogam

Comecem a se preocupar!

Já vimos zumbis que conseguem abrir portas, usar ferramentas e até armas, mas essa é a primeira vez que um zumbi consegue blogar. Não acredita? Então da uma olhada neste link.

O zumbi não identificado manteve um blog durante os meses de outubro e setembro de 2006, falando de assuntos como blurg, brainsss, muhhh, entre outros, e os posts se resumem a:

Raughhh murghhh blurghhh flurghhh, murgg blurghh grubbluurg ruglubb blurghh flurghh blurp.  Flurghh trubblurg trullubb flurb glurb.  Glurb.

Agora fico imaginando… se os zumbis retêm lembranças de sua vida e irracionalmente acabam tentando voltar a elas, já sabemos o que vai acontecer aos blogueiros famosos caso sejam infectados.

A Piada Mortal

E mais um clássico é acrescentado ao meu repertório “quadrinístico”!

A bola da vez foi Batman: A Piada Mortal, escrita pelo premiado autor Alan Moore e lançada originalmente em 1988, que narra o cruel caminho que o Coringa percorre para provar que qualquer um pode se tornar louco se pressionado com força o suficiente- em contra ponto, Batman busca uma uma tregua com o vilão ao se comparar com seu arqui-inimigo.

A HQ também serve como prelúdio para o Coringa, mostrando através de flashbacks a sequência de fatos que levaram o comendiante fracassado a se tornar o insano palhaço de cabelos verdes.

Apesar de ser uma história antiga, não vou revelar spoilers aqui (quem sabe nos comentários, se alguém quiser discutir), mas achei a história muito boa, que me fez entrar no clima, e visualizar com clareza as situações vividas pelos personagens - e posso dizer que uma delas não é nada a gradável.

A Piada Mortal figura junto com Asilo Arkham e O Cavaleiro das Trevas as melhoras estórias contatas sobre Batman até agora, todas quebrando os antigos paradigmas do contraste entre o bem e o mal representados respectivamente pelo herói e o vilão.

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