Apesar da frustração, já expressada aqui, com os moldes que a série Terminator: The Sarah Connor Chronicles tomou, resolvi assistir ao segundo episódio, e o terceiro, o quarto e o quinto, etc…

Cuidado! Spoilers abaixo!

Os atores continuam incompatíveis com os personagens, os ciborges, e não são apenas 2, continuam fracos, mas o roteiro, e principalmente a curiosidade para saber o que acontece entre T2 e T3, aos poucos vai me conquistando.

Agora é fácil viajar no tempo!
Se no começo da cine série a viajem no tempo era algo complicado, onde para os homens era algo extremamente doloroso e para as máquinas era um processo que permitia enviar apenas o ciborge e nada de armas/equipamentos/etc (algo bem discutível, já que o ciborge em si é muito mais complexo que uma arma, enfim, isso é um problema dos filmes). Agora temos vários ciborges viajando, inclusive um grupo inteiro de soldados, o que quebra um pouco da magia da saga dos Exterminadores.

Maquinas com sentimentos?!
Cameron, o ciborge feminino, enviada para proteger John Connor aparentemente possui um conflito interno de “emoções”. Para tudo! Ela quer entender os sentimentos daqueles que a rodeiam, ela quer aprender ballet, e, assim como o Homem de Lata do O Mago de Oz, parece estar em busca de um coração. Péssimo..